Sem negociação salarial, servidores decretam estado de greve

Funcionários públicos de João Monlevade fazem parada de advertência

Os servidores públicos de João Monlevade decretaram estado de greve diante da falta de diálogo para negociações salariais da categoria. O impasse do reajuste continua e a administração municipal bate o pé na falta de dinheiro para aumentar o vale-alimentação do funcionalismo. O índice proposto de reajuste [3,29%] também não é o pretendido pelos servidores. O sindicato da categoria propõe que pelo o menos o benefício de alimentação seja reajustado. A proposta é que o vale seja de R$ 350,00 a todos os funcionários.

Como na semana passada, em busca de apoio dos vereadores, boa parte do funcionalismo esteve na reunião da Câmara Municipal, na última quarta-feira (18), para acompanhar a votação do projeto do aumento salarial. Novamente, com cartazes e discursos na Tribuna Popular, a categoria pediu intervenção dos parlamentares na intermediação de nova rodada de negociações com a prefeita Simone Moreira (PSDB).

Vereadores da base e da oposição se articularam para a votação da matéria. O tucano Guilherme Nasser chegou a sugerir a votação apenas do índice de reajuste dos salários. Com isso, os servidores públicos ganhariam mais tempo para discutir o aumento do vale-alimentação.  No entanto, o vereador do PT, Belmar Diniz, pediu vistas ao projeto, que retorna à pauta de votação na próxima semana.  A preocupação agora é que, na semana que vem,  quatro vereadores estarão ausentes na reunião ordinária da Casa, o que obriga novas articulações para aprovação da matéria.

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