Sem Peixe e outras cidades receberão sistemas de alertas contra desastres

Municípios também terão planos de contingência para eventuais incidentes, que deverão ser concluídos até o final do mês de novembro

Técnicos visitaram as áreas afetadas pelo rompimento da Barragem do Fundão para auxiliar prefeituras no período de chuvas

Equipes da defesa civil do Ministério da Integração Nacional visitaram áreas de risco da região de Mariana (MG), afetadas pelo rompimento da Barragem do Fundão, em novembro de 2015. O objetivo da expedição é auxiliar as prefeituras em eventuais incidentes que possam surgir no período de chuvas.

Os técnicos se reuniram com gestores municipais de Mariana, Rio Doce, Barra Longa, Rio Casca, Sem Peixe e Santa Cruz do Escalvado para tratar também da elaboração dos Planos de Contingência dos municípios, que deverão ser concluídos até o final do mês de novembro.

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“A visita nos possibilitou acompanhar todo o trabalho preventivo que vem sendo realizado, incluindo a instalação de sistemas de monitoramento e alerta em toda a região. Também aproveitamos a oportunidade para orientar as autoridades locais sobre a importância das ações de prevenção e preparação. Os esforços e planejamentos conjuntos buscam minimizar danos humanos numa eventual situação de emergência”, afirmou o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Renato Newton Ramlow.

A execução de simulados na região também foi anunciada pelo secretário. “Vamos realizar, nos próximos dias 8 e 9 de novembro, dois grandes exercícios práticos em Mariana e Barra Longa. A ação, em parceria com as defesas civis municipais e empresas gestoras das barragens, irá envolver toda a população que vive em áreas de impactos diretos em uma atividade coordenada que simula uma situação de evacuação e mobilização das forças de segurança”, explicou Renato Newton.

Para isso, algumas estratégias previstas nos planos emergenciais serão testadas, a exemplo das rotas de fugas e dos alertas sonoros. “As rotas de fuga e os pontos de encontro para as comunidades da região já estão definidos. No entanto, a equipe da Defesa Civil Nacional fez um alerta para que a sinalização desses locais e percursos seja reforçada para ampliar a eficiência desta medida”, destacou o secretário.

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