Sem salários, educadores continuam em greve

Ontem, os educadores fizeram um ato público "Sem Salário, Sem Trabalho!, no bairro Floresta, em Belo Horizonte (Divulgação SindUte)

Professores e servidores da rede estadual de Educação de Minas Gerais continuam em greve e cobram o pagamento da primeira parcela dos salários do mês de junho. O ato atinge as escolas de João Monlevade, que seguem sem aulas desde o último dia 11.

Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-Ute/MG), a categoria não volta às atividades normais até quitação da primeira remessa. O valor deveria ter sido pago na quarta-feira (13), o que ainda não aconteceu.

Ainda de acordo com o Sind-UTE, o objetivo da paralisação é pressionar o governo a mudar sua política de parcelamento dos salários e retomar o pagamento integral no quinto dia útil de cada mês. Desde fevereiro de 2016, o funcionalismo público de Minas Gerais recebe de forma escalonada. As outras duas parcelas do pagamento estão previstas para 25 e 29 de junho.

O Sind-UTE informou também que o governo do estado já foi notificado sobre a paralisação das atividades da categoria. A Secretaria de Estado de Educação (SEE) confirmou o recebimento da notificação e disse que os critérios para pagamento dos salários “permanecem os mesmos dos meses anteriores”, conforme já anunciado pelas secretarias de Estado de Fazenda (SEF) e de Planejamento e Gestão (Seplag). A SEE informou ainda que vai acompanhar a adesão das escolas estaduais ao movimento.

 

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