Sintramon propõe abono de R$ 120 para todos os servidores

Huita Matozo- diretor do Sintramon

O Sintramon – sindicato que representa os funcionários públicos da prefeitura de João Monlevade -, propôs que a administração municipal pague um abano de R$ 120,00 a todos os servidores. A sugestão surgiu após a prefeita Simone Moreira alegar que não pode conceder reajuste salarial à categoria.

Na semana passada foi realizada uma reunião com a comissão de negociação para tratar sobre o assunto. Nesta quinta-feira (11) ocorre um novo encontro. Informações do sindicato dão conta que a Prefeitura se mostrou disposta a discutir a nova reivindicação.

Na reunião da Câmara de Vereadores desta semana, o diretor do Sintramon, Huita Matozo, usou a Tribuna da Casa para falar sobre a proposta do abono apresentada ao Executivo.

Ele pontuou que diante da receita correta líquida de R$ 207 milhões do município, o pagamento do abono é exeqüível e não compromete o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

As negociações salariais começaram há mais de 30 dias. O Sintramon em primeira rodada de negociação, propôs à administração municipal de João Monlevade reajuste salarial de 7% para os funcionários, mais vale-alimentação linear para todas as categorias, de R$ 350.

O Executivo bateu o pé e alega que devido á falta de repasses financeiros por parte do Estado não dará aumento salarial aos servidores nesse ano. Em 2018, o reajuste dos servidores só foi aprovado no mês de julho. O índice de aumento foi de 2,29% nos salários e R$ 35,00 no vale-alimentação.

Extraclasse e pó de giz

Ainda na reunião dessa semana os vereadores de João Monlevade aprovaram em primeiro turno de votação mudança no estatuto do magistério. O projeto, que é de autoria da prefeita Simone Moreira (PSDB), altera a lei 920/89, e mantém os benefícios “Extraclasse” e “Pó de Giz”, para professores que não estão exercendo a função em sala de aula. A matéria passou a tramitar no Legislativo depois que o Ministério Público determinou que a prefeita suspendesse o benefício dos professores que deixaram a sala, para exercer função administrativa.

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