O Governador de Minas Gerais Romeu Zema e o Ministro do Turismo Marcelo Alvaro Antonio participam de solenidade que marca a o plano nacional de retomada do Turismo Foto: Pedro Gontijo / Imprensa MG

O turismo está apresentando sinais de recuperação. Em setembro, o faturamento do setor foi o maior desde março.

Os dados estão na pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a CNC, em parceria com a empresa de cartões Cielo.

As vendas dos diversos segmentos do turismo brasileiro movimentaram quase R$ 13 bilhões em setembro. Alimentação, transporte de passageiros e hospedagem registraram o maior volume de vendas.

A pesquisa aponta que antes da pandemia o setor já vinha em queda. Em janeiro e fevereiro o faturamento do turismo caiu 18,8%. Com a crise pandêmica de Covid-19, a deterioração das vendas se acelerou, e em abril o saldo negativo foi de 66,4% de queda.

Mas o faturamento das atividades relacionadas ao turismo brasileiro voltou a crescer a partir de maio. Economista da CNC Antônio Everson Chaves Junior explica os motivos.

Mas o resultado não significa recomposição do faturamento. De acordo com a CNC, em setembro, por exemplo, as empresas faturaram R$ 5 bilhões a menos do que em fevereiro.

Se os números forem comparados com o mesmo mês do ano passado o impacto será ainda maior.

Mas o economista destaca que é possível identificar uma diminuição das perdas. Abril de 2020 encolheu 78% em relação a abril de 2019. Já em setembro essa redução de faturamento ficou na casa dos 38%.

Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo a setor deverá continuar crescendo no curto prazo. Mas a alta dos preços dos alimentos e do dólar; e a menor massa de salários em circulação em face do desemprego podem devem inibir essa retomada.

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