Ufop entrega premiação do concurso de redação e foca integração com comunidades

No último final de semana foram entregues em João Monlevade as premiações do concurso de redação promovido pela Ufop para celebrar os 50 anos da entidade.

O evento foi marcado por discursos sobre a importância do estreitamento dos laços entre a Universidade e a comunidade, sobre o papel social da UFOP e sobre o futuro da educação.

Artur Starling, vencedor do Concurso de redação em João Monlevade (Livia Ferreira)

Os autores das 20 redações selecionadas subiram ao palco para receber os certificados. O primeiro lugar do prêmio ficou com o aluno do Colégio Kennedy, Artur Starling, que agradeceu a oportunidade e comentou sobre sua paixão pela escrita. O estudante também parabenizou a UFOP pela iniciativa: “quando a universidade traz a comunidade para participar ativamente, é uma forma de dizer que a universidade está ali e que a comunidade pode fazer parte dela. Eu nunca tinha vindo ao Icea, e esse concurso me proporcionou conhecer o campus”.

A mesa de abertura foi composta pela reitora Cláudia Marliére; pelo pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento, Eleonardo Lucas; pelo diretor do Instituto de Ciências Exatas e Aplicadas (Icea), Thiago de Oliveira; pelo presidente da Comissão dos 50 anos, Flávio Andrade; e pelo professor do Departamento de Letras Rodrigo Machado. Também estiveram presentes representantes das escolas que participaram do concurso.

O objetivo do evento não foi apenas premiar os autores das redações selecionadas, mas também levantar a discussão sobre a importância da relação entre a universidade e a sociedade. “A integração da universidade com a sociedade é extremamente relevante, pois a sociedade precisa ter consciência de que esse patrimônio também é dela e que eles nos ajudaram a criá-lo e sustentá-lo. É necessário estreitar os laços”, afirma.

Os presentes na mesa também destacaram a importância desse tipo de ação para reafirmar a importância da área de Linguagens. “Ainda há pouca valorização desse tipo de produção. O professor de português faz um trabalho árduo para que essa área seja mais valorizada”, declarou a professora da disciplina Claudete Couto, do Centro Educacional Roberto Porto.

Como diretor do Icea, Thiago de Oliveira ressaltou a importância desse tipo de ação e aproveitou para reafirmar que o campus é aberto e a Universidade é um bem de todos.

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