Universitários da UFOP discutem ocupação do campus de João Monlevade

O campus do Instituto de Ciências Exatas e Aplicadas – ICEA- da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), em João Monlevade, por ser ocupada por estudantes a exemplo do que ocorre em pelo menos outros prédios da universidade em Minas.

Na tarde de ontem (3), os universitários do ICEA participaram de uma assembleia no campus de João Monlevade para decidirem sobre o posicionamento que tomarão a respeito do indicativo de greve estudantil. Uma nova reunião ocorre no final da tarde desta sexta-feira, em Ouro Preto, onde está agendada uma assembleia geral com alunos da UFOP.

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Os estudantes protestam contra a reforma do ensino médio e a proposta de emenda constitucional (PEC) 241, que impõe um teto ao crescimento dos gastos públicos. Na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) cinco prédios estão ocupados. Em Mariana são o Instituto de Ciências Sociais Aplicadas e o Instituto de Ciências Humanas e Sociais. Em Ouro Preto são o Instituto de Ciências Biológicas, a Escola de Direito Turismo e Museologia e a Escola de Artes Cênicas e Música.

A Ufop informou, por meio de nota, que uma comissão foi feita pela Reitoria para ir a todas as ocupações com o objetivo de conversar com os estudantes. “Consideramos as manifestações estudantis legítimas e entendemos que a formação cidadã é parte crucial do aprendizado dos jovens que ingressam em uma instituição pública de ensino superior. Primar por uma sociedade mais justa e que busque minorar as desigualdades de nossa sociedade são valores que construímos permanentemente em toda a nossa comunidade acadêmica. Diante disso, iremos acompanhar as ocupações na promoção de um diálogo que possa proteger a integridade física e mental de nossos estudantes, que resguarde a nossa Instituição e que, sobretudo, contribua para a permanente melhoria nas condições de ensino, pesquisa e extensão na UFOP e em todo o Brasil”, consta no texto que é assinado pelo Reitor da Universidade Federal de Ouro Preto, Marcone Jamilson Freitas Souza, e pela Vice-reitora, Célia Maria Fernandes Nunes.

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1 COMENTÁRIO

  1. Para mim não passam de uma tropa de vagabundos e de sindicalistas que só querem aparecer e esquecem da roubalheira que o PT aprontou no pais que deixaram milhares de desempregados fora PT, fora sindicados, fora desenformados.

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