Telles Superação (PHS) e Belmar Diniz (PT), reuniram-se na manhã do dia 24, com o diretor do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DAE), Cleres Roberto de Souza

Os vereadores e membros da Comissão de Saúde da Câmara de João Monlevade, Telles Superação (PHS) e Belmar Diniz (PT), reuniram-se na manhã do dia 24, com o diretor do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DAE), Cleres Roberto de Souza, para esclarecimentos à cerca da conta de água do prédio do antigo Pronto Atendimento. Conforme denúncia feita por Belmar, os valores pagos pela Prefeitura referente à conta de água do prédio do Pronto Atendimento foram de cerca de R$5.300,00 fixos, durante 10 meses. Ainda segundo o vereador petista, tal valor seria absurdo, já que o PA foi transferido para o Hospital Margarida, não justificando assim o consumo de mais de 5 mil mensais. Após denúncia do edil, a Prefeitura informou que havia vazamento no prédio, que após identificado, foi consertado. No mês de maio, o valor de consumo caiu para R$2.741,00.

Cleres explicou aos vereadores que o valor fixo foi feito pelo DAE a partir de uma média mensal de consumo. “Questões relacionadas a vazamento não são de responsabilidade do DAE. Não temos como adivinhar vazamento. A responsabilidade do departamento é fornecer abastecimento de qualidade e isto vem sendo feito”, disse Cleres. O diretor do DAE ainda justificou que quando um consumidor comum verifica valor alto na conta, notifica o DAE, que a partir daí estuda o caso e toma providências.  “O mesmo tratamento dado ao Poder Público é dado ao consumidor. O DAE não identifica vazamento a partir de consumo. Não temos também a responsabilidade de consertar este vazamento, mas não nos furtamos de auxiliar quando solicitado. Desta forma, o conserto do vazamento em prédio público municipal é de responsabilidade da Secretaria de Obras”, destacou Cleres.

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Telles e Belmar agradeceram a presença do diretor do DAE para prestar os esclarecimentos, mas ainda assim consideram a situação grave. Segundo Belmar, por mais que o DAE não tenha a responsabilidade de notificar o Executivo do alto valor da conta ou acusar vazamento, o departamento poderia ter tido mais zelo com o dinheiro público. “Não consigo aceitar que mesmo após a transferência do PA para o Hospital, o DAE ou a Prefeitura não tenham se atentado para o alto consumo e valor fixo da conta. Como autarquia pública, o departamento de água poderia ter notificado a Secretaria de Saúde sobre possível vazamento”, disse. Telles e Belmar reforçaram ainda que deveria ter tido mais atenção por parte do Controle Interno da Prefeitura. Os vereadores continuarão a buscar mais informações sobre o caso, inclusive, possível devolução do dinheiro pago ao DAE para a Prefeitura. A sugestão é que a verba seja utilizada em outros setores da Saúde.

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