Um grupo de voluntários está arrecadando alimentos para ajudar os caminhoneiros que aderiram à greve, no trecho da BR-381, em João Monlevade. A intenção é angariar ingredientes para que na parte da noite seja servido um “sopão” aos motoristas. Quem quiser ajudar, basta entrar no grupo criado no WhatsApp (clique aqui).

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Na manhã desta terça-feira (22), os caminhoneiros que estão em João Monlevade completaram 24h de adesão ao movimento grevista. Ontem, comerciantes enviaram para o grupo lanches, galões de água e 40 quilos que carne para um churrasco. Uma empresa da cidade também enviou ao local da paralisação alimentos. Os motoristas afirmam que não há previsão de acabar o movimento. 

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Já são 20 pontos de paralisação somente em Minas Gerais, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Os caminhoneiros ocupam apenas os acostamentos dessas estradas e não estão interrompendo o fluxo de veículos.

A categoria alega que vêm sofrendo com os aumentos sucessivos no diesel, o que tem gerado aumento de custos para a atividade de transporte. Segundo a associação, o diesel representa 42% dos custos do negócio e 43% do preço do combustível na refinaria vem do ICMS, PIS, Cofins e Cide.

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Segundo o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Volta Redonda e Região Sul Fluminense (Sinditac-VR), Francisco Wild, além da alta do combustível, a categoria cobra a votação do Projeto de Lei 528/2015, que cria uma tabela com valores mínimos para o frete cobrado no transporte rodoviário de cargas. A proposta já foi aprovada na Câmara dos Deputados e aguarda apreciação no Senado Federal.

Pontos de interdição em Minas Gerais nesta terça-feira (22)

 

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